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Laudo feito nos Estados Unidos diz que madrasta não esganou Isabella Nardoni

Folhapress
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A defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, condenados pela morte da menina Isabella, 5 anos, pretende usar um laudo feito nos Estados Unidos para tentar uma reviravolta no caso.

De acordo com o advogado do casal, Roberto Podval, as análises do Instituto de Engenharia Biomédica da George Washington University mostram que as marcas no pescoço da vítima não foram causadas por mãos humanas.

A acusação diz que a jovem foi esganada pela madrasta Anna Carolina e depois jogada do sexto andar do edifício London, na zona norte de São Paulo, pelo pai, Nardoni. O crime aconteceu em 2008 e o casal foi condenado em 2010.

Podval diz que o estudo, que foi divulgado ontem pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, desconstrói toda a acusação do caso que foi feita em torno da asfixia da menina.

“Não dá para saber exatamente o que deixou aquela marca no pescoço. Mas é certo que não foi a mão de ninguém”, diz o advogado.

O estudo foi feito nos últimos nove meses e utilizou  moldes das mãos do casal.

O advogado planeja incluir as novas provas para pedir um habeas corpus aos Nardoni e não descarta entrar com uma revisão criminal.

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