Tribuna do Leitor

Efluente do Hospital Estadual


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Quem passa pela av. Luis Edmundo Coube, defronte à entrada de serviço do Hospital Estadual, principalmente no período matutino, lá pelas 7 horas, se defronta com um verdadeiro caudal de água que transborda da boca de lobo do hospital. Essa água, salvo melhor entendimento proveniente do hospital, é simplesmente lançada na avenida e se espraia pelo meio da mesma, encharcando os pedestres e os veículos que descem a avenida em direção à rodovia Bauru-Jaú. Faça chuva ou sol, agora estamos há quase dois meses sem chuva e essa água suja todo dia está lá emporcalhando a rua e seus arredores. Oficiei queixa neste sentido à Cetesb há quatro meses e não obtive resposta, o mesmo ocorrendo com a direção do hospital.

Por ser uma água servida de origem hospitalar, deveria a mesma ser lançada em rede de esgoto e, caso esta rede não exista, que se lance a mesma numa fossa com poço absorvente, como preconiza a boa prática de engenharia sanitária. Não importa se esse efluente é originado nos banheiros do nosocômio, no centro cirúrgico ou da lavagem de viaturas e páteo, sempre será uma água servida cujo destino deve ser o sanitariamente correto e não o meio fio como ocorre até a presente. Temo pela saúde dos pedestres e transeuntes que por ali passam, principalmente a juventude que estuda no CTI-Unesp, que é a maior usuária daquela via de acesso à escola. Quem sabe, através dessa publicação, alguma providência seja tomada por quem de direito.

Eduardo Tavares

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