Para participar da política, num Estado democrático, reivindicando a direitos constitucionais, importa que o povo aprenda a manusear argumentos e não armas! Dentro de uma República, importa que o povo se organize em grupos e procure influenciar as decisões do governo (e não assassinar aos governantes!). A conscientização do povo para o exercício da cidadania, numa sociedade que possui Constituição vigente pautada nos Direitos Humanos como a nossa, é uma conscientização que se dá por meio de escolas: reflexão, crítica e libertação (Paulo Freire). Ou seja, essa conscientização não se dá por meio de recrutamentos de guerrilha: armamento, assassinatos e golpes de Estado. Pois no Estado de Direito importam mais as ideias que o cidadão tem na cabeça para lançar aos políticos que as pedras que ele poderia ter nas mãos para jogar na polícia.
Wellington Anselmo Martins