Tribuna do Leitor

Corrente marítima da vida


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Lindo mesmo é o nascimento de um novo ser. O surgimento de humano. De um animal. De uma planta. Enfim. Independentemente de ser biótico ou abiótico, o nascer de um indivíduo é realmente encantador. Todavia, o ser vivo cujo teor aparentemente é influenciador, é o Homem. Este nasce, maravilha os olhos de quem o vê. Vai crescendo, dando seus primeiros passos, suas primeiras falas. A família se dedica a ensiná-lo , seguir os costumes genealógicos. Porém, isto que parece continuar sendo simples atos humanísticos desaparece, quando chega a hora de enfrentar a sociedade. Não necessariamente na vida adulta, mas desde que sai do útero materno, o ser vivo passa a ser submetido às influências alheias.

Viver em sociedade, adaptar-se a pensamentos diferentes, indubitavelmente não é fácil. Mesmo que tenha seus princípios, crenças e ideias, o indivíduo é forçado por uma grande corrente marítima que o leva a viver padronizadamente como outrem.

O excesso de capitalismo, decorrente de almas medíocres, faz as pessoas manterem em suas hipnotizadas mentes o desejo de ter uma boa reputação. Ter uma boa fama não é especificamente ser muito conhecido , ter posses valiosas e face, mentirosamente, perfeita. Ter sabedoria, retórica, auxílio a outrem (...) : Isto são valores! A hipocrisia e mediocridade dos pobres robôs , considerados como ??humanos??, submetem-lhes a viver para trabalhar, trabalhar e trabalhar. Para que no fim de todo o esforço possam mostrar à sociedade suas conquistas materiais.

Ora, nós vivemos pela nossa vida ou para agradar os outros? Deus , ao criar o universo, viu toda a beleza de sua criação e então nos fez para cuidar do que Ele havia feito. Ele fez a mulher para o homem , para que assim pudessem gerar filhos e viver em união. Todavia, o pecado, como uma célula cancerígena, corroeu tanto o ser humano que a vida perdeu seu verdadeiro sentido.

Larissa Rafaela Dias Nascimento/estudante

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