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Maior parte dos mortos em desabamento era do Maranhão

Folhapress
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Seis dos oito operários mortos no desabamento de um prédio em construção da zona leste de São Paulo, na manhã de anteontem, eram no Estado do Maranhão. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a maior parte deles também tinha menos de 30 anos.

Ao todo, oito pessoas morreram no desabamento e outras 26 ficaram feridas. Duas permanecem desaparecidas e estão sendo procuradas por equipes dos bombeiros.

Após o acidente, 17 pessoas foram socorridas e encaminhadas para os hospitais municipais de Sapopemba, Cidade Tiradentes, São Mateus, Dr. Carmino Caricchio (Tatuapé) e no Hospital Santa Marcelina, e já tinham recebido alta na tarde de ontem.

Outras quatro pessoas tinham sido atendidas nos hospitais estaduais de São Mateus e Sapopemba. Três delas já receberam alta e uma continua internada em São Mateus, após passar por cirurgia. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, ela passa bem e passará por avaliação de médicos ainda hoje.

As plantas da obra do prédio que desabou na avenida Mateo Bei, em São Mateus, tinham apenas um andar, segundo a administração municipal informou ontem. O edifício que ruiu, matando pelo menos oito pessoas na anteontem, tinha dois pavimentos.

O primeiro projeto, assinado pela arquiteta Rosana Ignácio Januário, era de um pavimento dividito em três lojas comerciais. Ele foi indeferido pela prefeitura em 27 de maio. Em 3 de junho, a mesma arquiteta apresentou um pedido de reconsideração, com um projeto totalmente diferente. No entanto, ele também só tinha um pavimento.

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