Não sou nenhum chantagista emocional e disseminador do pânico, como costumam apregoar quando se fala a verdade no País. Eu chorei compulsivamente, senhores magistrados do País, ao assistir em noticiário de um canal da rede televisiva um rapaz que havia sido preso pela enésima vez por roubo declarar ao repórter que o entrevistava que a profissão dele era "ladrão" porque no Brasil a impunidade é a sua garantia. Como os senhores se sentem diante isso?
Nei Silveira de Almeida