Ou quem poderá nos socorrer? Nós moradores do Vale do Igapó! Me refiro aos barulhos destas chácaras que são alugadas para festas aos finais de semana, onde seus proprietários não se preocupam com os moradores daqui, que já são muitos. Moradores estes das alamedas das Carpas, Tucunaré, Arapapas e adjacências, sofrem com estas festas pesadas, regadas a funk pesado, festas estas que são organizadas pela internet, onde qualquer um pode participar.
Eles não têm limites, fecham quarteirões e rola de tudo o que vocês possam imaginar. Geralmente estas festas iniciam-se às 23h30 e se estendem até 7h da manhã, com sons e caixas de sons que são colocadas no meio da rua e se ecoa até 1 km de distância. É como se nós estivéssemos participando da festa. As letras das músicas são horríveis e insuportáveis, muitos dos moradores possuem pessoas idosas, crianças, doentes e que trabalham nos finais de semana pela manhã. Muitas não sabemos o que fazer para dormirmos em paz.
Todos têm direito de se divertir, sabemos disto, apenas queremos que se faça prevalecer a lei do silêncio, porque ela existe, mas não aqui no Vale.
Todos os finais de semana chamamos os policiais, mas ninguém consegue fazer nada.
Senhores proprietários, tenham misericórdia de nós e selecionem melhor para quem vocês alugam suas chácaras, por favor. Determinem horário e venham fiscalizar na madrugada. Num determinado final de semana meu filho, ao sair para trabalhar se deparou com um carro atravessado no meio da rua e o casal dormindo seminu no carro. Esse é só um dos exemplos de desordem deste lugar.
Pergunto: cadê a lei seca que deveria acontecer aqui, mas nunca vi.
Sugestão: coloquem uma viatura na saída do Vale do Igapó de 5ª a domingo e vocês vão ver a situação e entender o por que tantos jovens morrem nas notícias de acidente.
Ah!!! E tragam bastante guincho pois não faltará serviço. Aguardamos respostas ao nosso apelo. E o que devemos fazer com urgência: existe o que fazer? Ah!!! Cadê os pais destes jovens sem limites. O exemplo vem de berço. moradores do Vale do Igapó.
Clarice Peixoto Tonelli