Amigo João Pedro Feza, a respeito do seu artigo em "Opinião" falando do ão, apesar de gostar imenso do seu terceiro ão, ele não é o meu não: deste liberdade pra isso. Explico. O meu terceiro ão é o do perdão, que não é o da resignação. O perdão em questão é um do qual falava um jovem cabeludo às margens do Jordão, é o setenta vezes sete de difícil compreensão.
Ele faz você perdoar o amigo que emprestou cinquentão e não paga mais não, a blusa que você emprestou pro teu irmão, limpinha e recebeu... e por aí afora.
Agora, pra não fugir do ão e o homem público, o político ladrão? Eu também dou o meu perdão "porque o coitado está tão atrasado moralmente", porém é difícil.
Porém, se puder eu o coloco na prisão que é lugar de ladrão, e se a justiça dos homens falhar, a do meu Pai, que estais no céu, esta não falha não. Ainda no diapasão do ão, aqui vai um abração.
Josué N. Franco