Vivemos num país em que o governo prega que está acabando com a pobreza; assim dizia o seu "professor" Lula. Criando mais postos de trabalho, reduzindo a conta de luz, mas sem propaganda, vai deixando a inflação aumentar principalmente nos produtos da cesta básica e criando, acreditem, uma nova classe social. Essa classe social está quase abaixo da linha da pobreza. É a nova classe dos "ricos sem dinheiro", que está surgindo num país que se diz possuir um povo humanitário, só que a classe política, infelizmente, não enxerga assim. Nela o povo que se dane. Vejam se não é verdade a criação dessa nova classe social na palavra de um cidadão que pagou seus impostos, seu INSS, no começo de 20 salários mínimos, depois reduzido a 10 salários mínimos para depois se aposentar dignamente e hoje não recebe nem três salários mínimos.
Sou um idoso sem dinheiro. Temos moradia própria, carro, jóias, roupas finas, etc, só não tenho dinheiro devido a nossa aposentadoria ser cada ano menos poder aquisitivo e necessitar de mais remédios caros. Enquanto que nossos políticos, tem ganhos cada vez maiores e nada fazem pelo povo. É a pura verdade, estão reduzindo o cidadão que se sacrificou estudando com dificuldades, trabalhando mais de trinta e cinco anos pela grandeza do país em uma simples e miserável aposentadoria, diferentemente de países como o Uruguai onde são apoiados.
Alguém pode perguntar: por que não vende a moradia? E onde ele vai morar? Para sua residência de bom padrão não se paga nada, já para um menor de padrão inferior custa mais do que o seu que está à venda. Morar de aluguel, o dinheiro acaba e como vai continuar pagando? E assim poderemos ir escrevendo do carro, da venda das joias, daqueles que possuíam mais de uma residência e a vendeu. Vender nada vale, comprar paga-se o olho da cara. Poupança paga-se o mínimo, em compensação os juros dos bancos são altíssimos.
O governo popular prometeu acabar com famigerado redutor das aposentadorias para este ano, mas já avisou que será só no ano que vem.
Meus queridos "ricos sem dinheiro", não se desesperem. Não é preciso chegar ao suicídio, vamos fazer uma greve de fome na porta da sede do governo e chamar a TV para chamar a atenção? Ou vamos pedir auxílio às pessoas de bem para que façam um movimento nesse sentido, criando um grande movimento, aí pode dar resultado.
Mas, por amor a Deus, não se suicidem, que os caras de pau (os políticos) vão agradecer por ter mais dinheiro em caixa.
João Álvares