O piloto da aeronave, que sobreviveu e estava internado no Hospital de Base (HB) de Bauru, teve alta na manhã desta sexta-feira (27). Ele, que foi o único ocupante que sobreviveu após o acidente, irá depor na tarde de hoje na Polícia Federal.
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Éder Azevedo |
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Piloto da aeronave tem alta do Hospital de Base e irá depor |
Conforme o JC publicou na edição de hoje (27) ,a troca de tiros entre policiais e traficantes aconteceu a cerca de três quilômetros do trevo Luiz Fávero, entrada para a cidade, às margens da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-255), distante cerca de 10 quilômetros da área ocupada por moradias.
O monomotor, um Cessna modelo 210, foi encontrado a aproximadamente mil metros da pista localizada na fazenda Santa Emília, separada pela rodovia.
Da aeronave sobraram dois grandes pedaços, a asa direita e a parte traseira, sem identificação. A frente do monomotor foi destruída e queimada pelo fogo, que se alastrou pela cana.
A perícia técnica da PF esteve no local para vistoriar, fotografar e colher dados da aeronave e do local que possam confirmar se ela foi abatida ou se realmente tentou pousar e arremeter antes de cair.
Policiais federais e militares vasculharam toda a região na esperança de localizar os demais envolvidos na ação marginal. Extraoficialmente, sabe-se que os traficantes agiram em terra com três veículos, cada um deles com três pessoas, que somariam nove. Cinco foram presos e quatro continuavam foragidos.
Extraoficialmente, a informação é que a quarta pessoa foi presa ao lado do Jóquei Clube de Jaú, às margens da mesma rodovia, pedindo carona. No posto de combustível, estabelecimento mais próximo do canavial, os funcionários não tinham informações. Segundo um deles, a região não registra pousos nem decolagens constantes, pelo menos no período comercial.
Uma autoridade policial, que não pode se identificar, suspeita que o tiro que matou o agente federal Fábio Ricardo Paiva Luciano foi disparado de um fuzil AR 15, com disparo potente o bastante para atravessar o peito da vítima e não ser contido por nenhum colete à prova de bala.
Porém, uma informação de um agente federal deu conta que a vítima não estaria usando o equipamento no momento da ação. A mesma pessoa disse que o carregamento era de pasta-base de cocaína, fato confirmado pela PF.