Polícia

Bandido é baleado após tentar segundo assalto; comparsa também é preso

Thiago Vendrami
| Tempo de leitura: 2 min

Fotos/Thiago Vendrami

Réplica (direita) confrontada com uma arma da polícia

Mesmo com a forte chuva que castigou Bauru na madrugada desta quarta-feira (2), dois homens praticavam furtos no bairro Cidade Universitária até a Polícia Militar flagrá-los por volta das 5h.

Um foi preso e outro, já conhecido nos meios policiais, foi baleado após apontar uma arma em direção aos policiais, sendo também detido.

Segundo a polícia, a viatura realizava patrulhamento preventivo na região quando a dupla foi flagrada em atitude suspeita próximo ao local do crime.

Com a confirmação da tentativa do furto em uma empresa de telefonia localizada na quadra 1 da rua Adolpho José Pereira, César Augusto Ramos da Silva, de 20 anos, foi algemado. Já seu primo e conhecido da polícia, Jakson Luiz de Oliveira, de 26 anos, o "Guiça", que já cumpriu pena por furto, tentou fugir e foi perseguido.

Em determinado momento, Jakson se virou contra o policial e apontou uma arma, que depois foi constatado ser uma réplica de brinquedo. Ele foi alvejado pela PM com um tiro que atravessou a perna direita. Anteriormente, outro tiro teria sido disparado como alerta pelo policial.

 

Produtos furtados em farmácia

Mesmo baleado, o ladrão continuou correndo sob chuva forte. Seguiu na escuridão por uma considerável distância e se rendeu apenas próximo à passarela da rodovia Marechal Rondon (SP-300).

Ele foi socorrido pela Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros e levado ao Pronto-Socorro Central (PSC) e não corre risco de morte.

Com a dupla havia uma sacola com produtos de higiene pessoal. De acordo com César, a mercadoria foi levada de uma farmácia localizada na quadra 13 da alameda Octávio Pinheiro Brisolla momentos antes. A empresa de telefonia teve apenas danos na porta.

De acordo com o oficial de relações públicas do 4º Batalhão da Polícia Militar do Interior (4º BPM-I), capitão Fabiano Serpa, o policial que fez o disparo passará por uma avaliação psicológica com um profissional da corporação. Também será instaurado um inquérito policial militar (IPM) para verificar se ele agiu dentro dos padrões.

Veja mais imagens

Comentários

Comentários