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Celso Sacomandi
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O projeto “Embaixadores do Esporte”, do Banco do Brasil, no último sábado, trouxe ao Centrinho-USP, em Bauru, Gustavo Kuerten (Guga), maior tenista masculino do Brasil de todos os tempos. A visita foi motivo de orgulho para nós bauruenses, principalmente para os amantes do tênis, que se movimentaram para poder estar perto do campeão. Atendendo a todos com muita atenção e simpatia, Guga se deixou fotografar por todos que o cercaram. Como amante do tênis e fã de Guga, também não perdi a oportunidade. Na foto, Roger Guedes, Marco Antônio Oliveira, Guga, Celso Sacomandi, José Manoel Lopez e Alexandro Silva (Coelho).

ROLAND GARROS

Investidores do Qatar (país árabe) estão preocupando os organizadores de Roland Garros (Paris). O motivo é que esses investidores estão dispostos a organizar, a partir de 2015, um torneio na mesma data do Grand Slam francês, mas com uma premiação total de 50 milhões de euros, 12 milhões a mais que Roland Garros, que investe 38 milhões de euros em prêmios. Disputar um torneio do Grand Slam, com chance de vencê-lo, é o sonho de todo grande tenista. Dinheiro, esses jogadores ganham o ano todo. Caso esses investidores levem o projeto adiante, correm o risco de ver um tenista fora dos 100 primeiros do mundo sendo campeão; além disso, a Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) nunca autorizaria um torneio de grande porte na mesma data de um Grand Slam. Assim, não há com que se preocupar. 

NADA MAIS JUSTO

Desde ontem, e pela terceira vez na carreira, o espanhol Rafael Nadal encabeça o ranking mundial masculino, desbancando o sérvio Novak Djokovic, que aí esteve por 45 semanas. Em 2008, o Nadal chegou ao topo, permanecendo por 46 semanas, e em julho de 2009, caiu para segunda posição, depois terceira e quarta posição; em julho de 2010, retornou ao primeiro lugar, ficando até julho de 2011. Agora, o espanhol é novamente o primeiro do mundo. Nada mais justo para aquele que, depois de sete meses parado por contusão no joelho, e que em fevereiro de 2013 voltou às disputas, ocupando a quinta posição; desde então venceu 10 torneios, três vice-campeonatos, em 14 torneios disputados, além de ter vencido 26 jogos consecutivos em piso duro, sequência interrompida, apenas, no último domingo, pelo sérvio Novak Djokovic, na final do ATP 500 de Pequim.

TELIANA PEREIRA

Foram 18 vitórias consecutivas que resultaram em três títulos, e a brasileira Teliana Pereira encerrou sua série de vitórias, no último sábado, ao perder na semifinal para a francesa Alize Lim, 175ª do mundo, no Challenger de Vallduxo (ESP), com premiação total de US$ 25 mil. Mesmo com a derrota, em ranking divulgado ontem, a brasileira aparece na  88ª posição, a melhor de sua carreira.

CAMPEÃO EM AVARÉ

No 26º torneio supervisionado pela Federação Paulista de Tênis, realizado na Academia Tennis Tomb (Avaré), o bauruense Carlos Salzedas (Projeto-Imóveis) foi campeão na categoria 55/59 anos B. Na final, Carlão venceu o tenista de Lençóis Paulista, Paulo Legra, por 2 sets a 0. 

DICA

Nunca te aconteceu de cometer poucos erros de bolas fáceis e mesmo assim sair derrotado? Se sim, pode ser que, apesar de errar pouco, a maioria de suas bolas tenham sido de pouca profundidade, ou seja, pingando pouco além da rede. De nada adianta não errar, se a bola cai sempre dentro da área de saque adversária, ou seja, curta. Ao receber uma bola curta, o adversário terá a possibilidade de tentar uma bola angulada ou mesmo um “winner” (bola vencedora).  Mantendo a bola depois da linha do “T” (saque), seu adversário terá menos chances de atacar e mais possibilidades de errar. Mandamos a bola curta, geralmente, porque ao tocarmos com a raquete na bola, imediatamente interrompemos o movimento (terminação do golpe) e isso por não dominarmos, na maioria das vezes, a técnica correta de sua execução ou porque simplesmente temos medo de mandar a bola pra fora (além da linha do fundo). Mas, sempre é bom lembrar: a quadra é muito grande e a bola só vai pra fora (no fundo) quando a deixamos cair muito para então golpeá-la, o que faz a bola subir. Quando a bola passa quase que rente à rede e reta (sem estar subindo), mesmo que forte, as chances de que vá pra fora são mínimas.

CURIOSIDADE

Atualmente, o mineiro Bruno Soares ocupa a terceira posição em ranking mundial de duplas superando o paulistano Cássio Motta, que em 1983 foi o quarto do mundo em duplas. É a melhor posição já alcançada por um tenista brasileiro na categoria, desde que o ranking foi criado, em 1973. Na verdade, Bruno está apenas atrás dos irmãos Bob e Mike Bryan (EUA), empatados na primeira posição. Em simples, além de Gustavo Kuerten (Guga), que no ano 2000 chegou ao topo do ranking, os outros quatro brasileiros que melhor se classificaram foram: Thomaz Bellucci, 21ª posição, julho de 2010; Thomaz Koch, 24ª, dezembro de 1974; Fernando Meligeni, 25ª, outubro de 1999 e Luiz Mattar, 29ª, maio de 1989. Os bauruenses, Júlio Góes (Méca) e Roger Guedes, fizeram parte do seleto grupo dos 100 primeiros do mundo, sendo que Méca alcançou a 68ª posição e Roger a 93ª. No feminino, as brasileiras Niege Dias, na 31ª posição, em 1988, e Patrícia Medrado, 48ª, em 1982, foram as melhor classificadas. Maria Esther Bueno, dona de sete títulos de simples em Grand Slam, jogou numa época em que ainda não havia um ranking oficial; caso contrário, teria sido a primeira do mundo.

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Dúvida sobre regras do tênis, ou alguma dica específica, entre em contato pelo e-mail celsosacomandi@uol.com.br.

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