Tribuna do Leitor

O meio altera o fim


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Que prazer o homem tem em praticar o mal? Que motivo faz o homem enveredar para a corrupção e o crime? É sabido que homem perdeu a identidade da imagem e semelhança de Deus há muito tempo. Isto já poderia responder estas duas perguntas. O mais grave é que julga ser Deus!

O País tem uma ficha pregressa com o registro de semeador da esperança e da liberdade. Mas hoje se colhe a incerteza por vivermos num cárcere. Se naquele tempo havia sentimentos e aspirações cívicas autênticas, sem hipocrisia, era porque a família e as escolas públicas e ainda uma religião que tinha influência positiva na formação da personalidade das crianças e jovem tendo limites e respeito a si e ao próximo. O senso de justiça conduzia os jovens adquirir a maturidade e ser reconhecido como cidadãos de fato e de direito. Afinal, a educação doméstica se complementava com êxito nas escolas públicas. Assim, os alunos eram preparados para assumir a vida com responsabilidade e eram recebidos como pessoa e cidadão do bem!

Hoje, estamos aqui indignados a perguntar: por que tolheram autoridade dos pais na educação os filhos? Por que as escolas públicas não têm mais disciplinas que ajudam a formar cidadãos responsáveis? É dever cristão ajudar a manter a ordem social. Unamo-nos contra os corruptores, são eles que provocam a violência em nosso País!

Para contribuir, é preciso uma reflexão das nossas atitudes, corrigindo as más, dar lugar as do bem já dentro da família. Aproveitar a experiência do passado, de como fomos preparados nossos pais e pela escola pública, que nos ensinaram ser responsáveis pelos nossos atos, assim também aprendemos respeitar o próximo. Tiraram a força da família e no ensino público faltam disciplinas educativas. São esses os projetos dos governantes inescrupulosos para tomar o poder e faz com que o País fique sempre mãos das mesmas para continuar a corrupção. Assim, a administração do Estado é formada por pessoas contrárias à politica social.

Hoje, a família, sem a força na educação doméstica, a escola, onde os professores não têm autoridade sobre os alunos, seguido do ensino de baixa qualidade, o País tem um povo, mas sem Pátria! Onde está o civismo? Vemos somente em eventos esportivos! O aluno do ensino público nem sabe mais as datas cívicas! Qual é a pretensão destes governantes de manter o ensino público de baixa qualidade? Nem é preciso responder; só acompanhar a violência nas escolas públicas, desrespeito e agressões de alunos aos educadores e nada é feito para mudar esse cenário.

Sem a participação da família e autoridade dos professores das escolas públicas, é o fim da fonte da moral e do saber. Então, não é mais prioridade à pessoa ser preparada com dignidade como fim. A prioridade é construir na pessoa atitudes indignas, imorais e corruptas, esse é como espelho neste cenário político brasileiro. Até aqui, os políticos estão conseguindo destruir o sonho de seu povo. Vamos deixar os nossos filhos e netos sofrerem as consequências de nossa omissão?

José Carlos Bertolucci

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