Bauru, a terra da Eny Cezarino, da passagem do Rei Pelé (Edson Arantes do Nascimento), da Noroeste do Brasil, da Sorocabana, da Paulista, do E. C. Noroeste, do BAC, do arquiteto Jurandyr Bueno Filho, do Centrinho/USP, da Unesp, da FOB, da Tilibra, da Plasútil, da Mezzani, do padre Beto (excomungado)! Quanto orgulho dessa cidade sem limites. Parece pouco? E Bauru não tinha um ginásio digno de finais de vôlei, basquete, futsal, shows de grande porte etc. Agora tem ginásio Paulo Skaf (?!) para mais de 5 mil pessoas.
Nos países desenvolvidos (não é nosso caso), poder público, entidades, associações e empresários de sucesso se unem e se mobilizam para que sua cidade recebam recursos para viabilizar tal obra. Às vezes até bancam o próprio empreendimento numa forma de retribuir por tudo que a cidade, o estado, o país lhes deram.
Nos EUA, Europa, países com tradição na filantropia, magnatas (geralmente judeus) doam fortunas para universidades, bibliotecas e museus. Muitos chegaram como imigrantes fugindo das grandes guerras da Europa.
Guardadas as devidas proporções e PIBs, o Brasil fez uma Copa em 2014 (mesmo pagando custos superfaturados nos estádios) e as Olimpíadas Rio 2016! Quem pode prestigiar os dois eventos viu o nível de excelência de nossa engenharia, arquitetura e capacidade de produção de eventos de grande porte (basta apreciar os carnavais do Rio, São Paulo, Parintins, na maior festa popular do mundo que rola com brilho e acolhimento, principalmente no Nordeste brasileiro).
Parabéns, Sesi Vôlei Bauru e Prefeitura de Bauru! Agora, vem cá: será que o novo ginásio não merecia o nome de um atleta dentre tantos campeões olímpicos, mundiais do nosso amado esporte brasileiro, se possível vivo, ainda?! Passo a palavra!