Na final do Campeonato Paulista de Vôlei Feminino da Primeira Divisão, o Preve/Concilig/Semel recebeu ontem também a confirmação da vaga na Superliga B, a Divisão de Acesso para a Superliga, principal competição do voleibol nacional. Serão seis clubes (veja quadro abaixo) brigando por uma vaga, pois apenas o campeão disputará a elite nacional na temporada 2014/15.
Uma reunião na próxima quinta-feira, dia 21, entre dirigentes da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e os clubes envolvidos vai definir o formato do certame, que deve começar em janeiro e terminar em meados de abril. “Inicialmente, existem duas possibilidades: turno e returno entre os seis times, apontando os finalistas, ou dois triangulares, com o vencedor de cada triangular avançando para a final”, explica Adriano Pucinelli, diretor do Preve/Concilig.
O dirigente bauruense destaca que o lado técnico vai pesar na decisão. “Vamos ouvir a nossa comissão técnica para levar a posição de Bauru”, frisa, reiterando que pretende manter a base que conseguiu bons resultados nesta temporada. “O Airton Nascimento (técnico) segue conosco, e a nossa ideia é manter o elenco e se reforçar com três ou quatro jogadoras”, acrescenta Pucinelli.
Decolando
Em relação ao orçamento, Adriano Pucinelli garante que a equipe tem condições de disputar o certame nacional. “O nosso investimento atual permite a participação na Superliga B, mas estamos conversando com os nossos atuais parceiros e com outras empresas para aumentarmos nossa receita”, destaca.
“Vamos enfrentar bons adversários. São José e Leme conhecemos bem, sempre fazem boas campanhas em São Paulo. Os dois times do Sul são fortes e o AABB de Brasília disputou os Jogos Abertos por Votuporanga. Entendo que temos condições de brigar pelo acesso, e esse é o nosso objetivo. Bauru tem que entrar e brigar pelo título e para chegar na Superliga”, finaliza o dirigente.
Se vencer a final do Campeonato Paulista de Acesso, no final deste ano, o Preve/Concilig será o terceiro esporte coletivo bauruense na elite estadual em 2014, juntando-se ao basquete masculino (Paschoalotto/Bauru) e ao futsal masculino (FIB/Semel). E se conseguir o acesso para a Superliga, será a segunda modalidade profissional na elite nacional, ao lado do Paschoalotto/Bauru.