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Vôlei: Brasil ganha do Japão e fica perto do título


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A seleção brasileira masculina de vôlei não teve maiores dificuldades para confirmar o seu favoritismo ontem, em Tóquio, e venceu o anfitrião Japão por 3 sets a 0 - parciais de 25/17, 25/23 e 25/18. Assim, o Brasil manteve o aproveitamento 100%, após três das cinco rodadas disputadas, e segue na liderança isolada da Copa dos Campeões.


Agora, o Brasil lidera com nove pontos, enquanto a Rússia ocupa o segundo lugar com seis. Depois, Estados Unidos e Itália aparecem empatados com cinco, o Irã tem dois e o Japão ainda nenhum. Assim, a seleção brasileira pode assegurar o título já neste sábado, quando enfrentaria justamente os russos, a partir das 5h10 (horário de Brasília), em Tóquio.


Na última rodada da Copa dos Campeões, marcada para domingo, o Brasil enfrentará a Itália, a partir da 1h10 (horário de Brasília), novamente em Tóquio. Mas, dependendo do resultado do jogo contra Rússia, o time do técnico Bernardinho pode entrar em quadra diante dos italianos apenas para cumprir tabela, pois já estará com o título da competição garantido.


O ponteiro Lipe foi o principal pontuador do Brasil na vitória de ontem, com 12 acertos, seguido pelo oposto Wallace, que acumulou 11. Lucão e Maurício Borges, com dez cada um, também se destacaram no duelo. Pelo lado japonês, Koshikawa teve 13 pontos. No final, o líbero brasileiro Mario Júnior foi eleito o melhor da partida.


O técnico Bernardinho inovou na escalação de ontem, colocando Lipe entre os titulares e utilizando o central Eder ao longo do jogo. “Foi muito importante contar com o Lipe e com o Eder, que mostraram a condição de serem uma opção. O Lucarelli estava com um pequeno desconforto na coxa, achamos por bem poupá-lo nesse jogo. O Lipe entrou muito bem”, elogiou Bernardinho.


“Sabíamos que a equipe do Japão não desiste nunca e, por isso, não seria um jogo tranquilo. Mesmo com muitos pontos atrás, eles tentam e vibram o tempo todo”, explicou Mário Júnior, que pediu para a seleção manter a concentração nas duas últimas rodadas, especialmente diante da Rússia, para quem o Brasil perdeu nas duas últimas finais: Olimpíadas de Londres e Liga Mundial.

 

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