Primeiramente temos que agradecer a Deus pela nossa existência considerada à sua imagem e semelhança. No nosso pensar, até achamos que Ele deve estar amargurado com tantos acontecimentos ferindo a nossa moral, falta de respeito aos pais, aos nossos professores, amigos e parentes e a todas as autoridades constituídas.
Porque ele mesmo disse que devemos respeitar-nos a todos. Então que se deduz, com raras exceções, nossas autoridades em geral, muitas delas, estão descumprindo suas éticas e até se desmoralizando. Não queremos com isso passar como santos, pai da pátria e etc. Não podemos nos esquecer de agradecer ao Jornal da Cidade que, com suas páginas, nos animam a escrevê-las. Achando-as construtivas e, supostamente, nem todos as conhecem, falaremos do personagem que vou citar. Marco Cícero Tulio, um advogado e cônsul italiano que viveu pelos anos de 106-43 A.C. deixou-nos suas célebre frases:
"O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas públicas devem ser reduzidas à arrogância das autoridades. Devem ser moderadas e controladas. Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos, se as nações não quiserem ir à falência." Prosseguindo, temos Abraham Lincoln, presidente americano que viveu entre os anos de 1803 a 1865, quando traiçoeiramente foi assassinado em seu camarote, enquanto assistia à uma peça teatral. Eis as suas 7 teses:
"Não criarás a prosperidade de desestimulares a poupança. Não fortalecerás os fracos, se enfraquecerem os fortes. Não estimularás a fraternidade humana se alimentares o ódio de classes. Não poderás criar estabilidade permanente baseada em dinheiro emprestado. Não evitarás as dificuldades se gastar mais do que ganhas. Não fortalecerás a dignidade e o ânimo se subtraireis ao homem a iniciativa da liberdade. Não poderás ajudar aos homens permanentemente, se fizeres por eles, o que podem e devem fazer por si próprios."
Quanto à moralidade, falaremos de Ruy Barbosa que viveu entre 1849 e 1923, cognominado a "Águia de Haia" quando, em 1907, representou o Brasil na Conferência de Haia na Holanda. Assim disse: "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer as injustiças, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chegou à desânimos de honra, a ter vergonha de ser honesto.
Bertolt Brecht, bastante citado por algumas celebridades, nascido em 1898, viveu até 1956, foi um dramaturgo e poeta alemão. Assim parafraseou: "Há homens que lutam um dia e são bons; há outros que lutam muitos dias e são melhores; há os que lutam anos e são excelentes, mas... há os que lutam toda a vida, estes são os imprescindíveis." Falaremos de alguns dos nossos patriotas, no caso, na época do Império.
Referimo-nos sobre Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias. Quando da Guerra do Paraguai, nos anos de 1864-1870, ele foi à frente de nossas tropas e, vendo nosso pavilhão nacional ultrajado, bradou: "Sigam-me os que forem brasileiros". Outro, quando era tomada a colônia Militar Dourados, dos paraguaios, o Tenente da Cavalaria, Antônio João Ribeiro, ao comunicar o seu superior, o coronel Dias de Lima, assim se expressou:
"Sei que morro, mas o meu sangue e o dos meus companheiros servirão de protesto solene contra a invasão do solo de minha Pátria." No final, falaremos do Almirante Barroso quando da memorável batalha do Riachuelo, no dia 11 de junho de 1865. Comandava ele o navio capitâneo da esquadra, o Amazonas. Vendo que o inimigo atacava o navio "Paranaíba" para pô-lo a pique, Barroso comandou uma manobra que fez com que seu navio atingisse em cheio o do inimigo, abrindo-lhe uma brecha e o submergindo.
Nossa matéria chamada de "opinião", evidencia glórias do passado e que nos deixa pesaroso o que vemos nos dias de hoje, na política, na sociedade, enfim, parecendo-nos sem solução. Poderá sim haver uma, mas teremos que tomar medidas amargas, a começar dos poderes constituídos. A solução não está em criar mais partidos e municípios. Vejamos os Estados Unidos e outros países adiantados. Lá tem 2 ou 3 partidos. Também, na Inglaterra, tivemos Margaret Thatcher, a Dama de Ferro, na Alemanha a chanceler Angela Merkel, que governaram com autoridade. Não precisa de Ditadura ou usar a força para intimidar. É imperar o respeito à autoridade Constituída e que essa corresponda. Obrigado e abraços aos que pacientemente me leem.
Rubens Ferreira ? aposentado