Saio de minha casa diariamente e a 200 metros pago R$ 4,10 de pedágio e no retorno mais R$ 4,10. Nunca questionei este pagamento porque sempre acreditei que estes valores retornariam em forma de manutenção de uma estrada de ótima qualidade, pelo menos é que justificam as privatizações. Já estamos convivendo há quase uma década da privatização desta rodovia e continuamos a conviver com asfalto de péssima qualidade, buracos e ondulações e o mais gritante é entre o km 361 e 362 no sentido oeste com pista interna irregular com várias faixas de ondulações.
Interessante que sempre interditaram vários trechos por alguns meses (uma pista) e não se avistava pessoal trabalhando, e interditaram para recape o acesso no trevo de Nogueira onde faço o retorno para minha casa me obrigando ir até o trevo de Avaí ( +10 km) para retornar até minha casa. Fiz este trajeto três vezes e na quarta vez liguei para a concessionária Via Rondon questionando como era possível interditar o acesso de um trevo e no outro dia retirar a interdição. Passados poucos meses, o estado deste recape é lamentável, depois das chuvas voltaram os buracos e quanto dinheiro perdido.
O que mais intriga é que temos um órgão fiscalizador ? Artesp - e que está assistindo os buracos que voltaram onde já fizeram reparos (recapado recente). O que estou assistindo neste trajeto é maquinas de alto custo mudando o aspectos dos aterros laterais e plantando grama, a chuva deslizando as plantações de grama, levando muita terra às canaletas, como por exemplo trevo Tibiriçá, km 368 a 370 etc...
Edison Cavalieri