Ouvindo uma estória,
Ao contar me atrapalha,
De um pescador de Bauru,
É deste, que pesca e não falha,
Num domingo de manhã, o sol,
Seus lindos raios, na relva se espalham...
Preparou para pescar uns peixinhos,
Numa Eco Sport preta, desceu pelo caminho,
Às margens do precioso Rio Batalha.
Chegou na beira do rio,
Avistou um bem-te-vi,
Gorjeando tão estridente,
Ajudando a distrair,
Todo pescador é calmo,
Gosta muito de sorrir,
Saiu correndo assustado,
Vinha atravessando a nado,
Uma grande, faminta sucuri.
Voltou da pescaria,
Um pouco indiferente,
Contou para a sua esposa,
O ataque da serpente,
A mulher então lhe disse:
Amor, você é um homem valente,
Devia ter matado esta cobra,
E trazia o couro pra gente,
Ah! Querida! Sempre obedeci à lei,
Na engenharia estudei e aprendi
A preservar o meio ambiente.
Cido César