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Polícia prende presidente da torcida organizada do Vasco

Folhapress
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu na noite desta sexta-feira (3), Bruno Pereira Ribeiro, conhecido como Bruno Fet, 32, presidente da torcida organizada Força Jovem, do Vasco.

Bruno Pereira Ribeiro foi preso em um quiosque na praia do Recreio, no Rio, quando a sua prisão foi decretada.

Ele estava entre os envolvidos na briga entre torcedores da equipe carioca e do Atlético-PR, em jogo realizado em Joinville, no último dia 8, pelo Campeonato Brasileiro.

Por conta da confusão, foram denunciados 31 torcedores e mais de 23 foram detidos na "Operação Cartão Vermelho", comandada pelas polícias de Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná.

Todos respondem por dano ao patrimônio público, incitação à violência e associação criminosa e alguns responderão por tentativa de homicídio.

Relembre o caso

Uma grande briga na arquibancada interrompeu a partida entre Atlético-PR e Vasco, na Arena Joinville, em Joinville (SC). Informações extra-oficiais apontam que três torcedores entraram em coma após a briga .Torcedor é retirado de estádio em maca. A tumultuada partida ocorreu no último dia 4 de Dezembro.


A partida estava no 17º minuto do primeiro tempo quando torcedores entraram em conflito, sem a presença de policiais para separá-los.


Os jogadores até tentaram em campo pedir para que os torcedores parassem de brigar, mas não adiantou. Depois de chegar ao local, a polícia teve muito trabalho para conter a violência.


As agressões foram fortes e alguns torcedores que caíram tiveram suas cabeças chutadas por rivais.

Um helicóptero entrou em campo para atender os feridos. Segundo o canal SporTV, pelo menos, dois torcedores foram transportados para o hospital, ambos com vida -um foi levado de helicóptero, e outro, de ambulância.


O Atlético-PR vencia a partida por 1 a 0 no momento que começou a confusão.O sargento Adilson Moreira, da polícia militar, afirmou que quem deveria atuar dentro do estádio seriam seguranças contratados pelo clube mandante, o Atlético-PR.


"Há um entendimento do Ministério Público e da PM de que trata-se de um evento privado e tem que ter segurança privada. A PM faz [o trabalho] na parte externa do estádio. Talvez, se a PM estivesse no estádio, pudesse ter ocorrido a briga também, como já aconteceu outras vezes. Nossa missão é intervir. Fizemos isso", afirmou ele ao SporTV.


O técnico do Vasco, Adilson Batista, falou sobre a briga entre os torcedores. "Lamentável ver imagens assim em um momento que se fala de Copa do Mundo no país", disse.


O treinador atleticano, Vagner Mancini, também comentou o incidente. "A vontade é de sair do estádio e ir embora para casa. Nunca vi cenas assim", disse Mancini.

    

 




 

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