A edição 2014 do Fórum Social de Porto Alegre começou ontem com uma série de atividades que repercutem a onda de manifestações pelo País no ano passado.
Criado como contraponto ao Fórum Econômico de Davos, na Suíça (leia mais na página 20), o evento passou por um racha em 2013, quando foi quase inteiramente promovido pela Força Sindical, e agora volta a reunir uma ampla gama de movimentos de esquerda.
Além da Capital gaúcha, o município de Canoas também abrigará eventos do fórum. A mensagem de convocação do encontro fala na “crise de representação dos partidos”, que foi um dos motes da série de protestos do meio do ano passado.
Não à toa, ativistas como Pablo Capilé, do grupo Mídia Ninja, e integrantes do Movimento Passe Livre (MPL), que iniciaram as manifestações em Capitais, devem participar do fórum.
Um dos atos previstos é o lançamento de uma campanha para um plebiscito sobre uma Constituinte exclusiva, ideia que foi lançada pela presidente Dilma Rousseff em meio às manifestações e que acabou abandonada.