João Rosan |
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O Paschoalotto/Bauru foi campeão paulista sobre o adversário desta noite, agora pelo Novo Basquete Brasil (NBB) |
O adversário desta noite traz boas lembranças ao Paschoalotto/Bauru. Afinal, no último encontro com o Paulistano, em 9 de dezembro de 2013, a equipe comandada pelo técnico Guerrinha sagrava-se campeã paulista atuando no Ginásio Antonio Prado Júnior, em São Paulo, fechando a série final pelo placar de 3 a 0.
Hoje a situação é bem diferente, e o campeonato é outro. Bauru ocupa a 11ª posição do Novo Basquete Brasil (NBB) 2013/14, com oito vitórias em 18 jogos (44% de aproveitamento), enquanto o clube da Capital é o quarto melhor do Nacional, com 12 vitórias em 18 partidas, aproveitamento de 66%.
Porém, a exemplo da finalíssima do Estadual, quando a torcida bauruense “invadiu” o ginásio do Paulistano, o fator quadra será favorável a Bauru, que atuará na Panela de Pressão – a partida hoje começa às 18h.
Naquele jogo final do Paulista, o Dragão também não contava com o pivô Lucas Tischer, que estava suspenso, e agora está machucado. Em compensação, hoje o ala panamenho Ayarza pode atuar, uma vez que não estava inscrito no Paulista. Já no lado do Paulistano, o ala/pivô Pilar, ex-jogador de Bauru e que estava suspenso na última partida da final estadual, atua normalmente nesta noite.
“O Paulistano vem fazendo um ótimo NBB, está bem na classificação e atuando bem. E a nossa equipe agora está encontrando o seu jogo também. Creio que temos condições de enfrentá-los em condições de igualdade”, comenta o técnico Guerrinha.
Bauru vem de duas vitórias seguidas em casa nesta semana, diante do Minas (76 a 69), ainda em partida atrasada do primeiro turno, e sobre o Liga Sorocabana (110 a 93), já pelo returno deste NBB.
Regularidade
No primeiro turno do NBB, em São Paulo, o Paulistano venceu o Paschoalotto/Bauru por 87 a 66, em novembro, ainda antes da final do Paulista. De lá para cá, quem passou a se destacar foi o ala Gui Deodato, que tem mantido média de 9,2 pontos por jogo. “A gente tem que esquecer a final. Fizemos uma boa série contra o Paulistano, mas não temos que pensar nisso, temos que focar nesse jogo, até porque eles vão querer descontar a derrota aqui”, reitera Gui, que fala sobre o seu momento no time. “A gente passa por altos e baixos no esporte. Comecei bem no Paulista, não tive bons jogos depois, mas depois da semifinal comecei a ir bem, e estou conseguindo jogar legal. O bom é que a parte psicológica está boa”, conclui.
