O exército egípcio disse ontem que matou 16 islamistas no Sinai, e um novo grupo afirmou que realizou um ataque a bomba contra a polícia no Cairo, destacando o escopo da violência militante desde que o Exército tirou Mohamed Mursi do poder.
O Exército informou que sua aeronave atingiu islamistas radicais perto da fronteira do Sinai com a Faixa de Gaza. Um comunicado os descreveu como pertencentes à Irmandade Muçulmana, que nega as acusações do governo de que tenha se voltado para a violência. O Exército tem tentado tomar o controle do Sinai do norte de islamistas armados, que voltaram seu foco para Israel.