Os 23 treinadores que vão trabalhar na Copa e que viajaram a Florianópolis para participar do seminário das equipes, nesta quarta-feira (19), receberam instruções sobre logística, marketing, transporte e detalhes técnicos para treinamentos e jogos.
Um desfalque de última hora fez com que nove treinadores faltassem ao evento e enviassem representantes. José Pekerman, técnico da Colômbia, desistiu da viagem. O motivo não foi informado. Também deixaram de comparecer os comandantes de Argentina, Chile, Alemanha, Itália, Bélgica, Coreia do Sul e Japão e Argélia.
O principal assunto discutido foi logística. As seleções receberam a confirmação de que precisam estar um dias antes nas cidades onde vão jogar, para entrevistas coletivas obrigatórias. Mas o Comitê Organizador Local (COL) informou que a seleção que optar por viajar dois dias antes da partida terá o campo oficial de treinamento disponível.
"São longos deslocamentos, o Brasil é um país continental. Então tem essa disponibilidade das seleções, que montam seus roteiros", disse o gerente de Comunicações e Serviços às Equipes do COL, Frederico Nantes.
Há também questões de segurança ao liberar as seleções a chegarem antes nas cidades. Há preocupação que manifestações bloqueiem o deslocamento das delegações dentro das cidades, mesmo com batedores.
Foi definido que até 13 de maio as seleções precisam mandar uma lista com 30 jogadores que depois serão 23 no dia 2 de junho, data final de inscrição. A seleção brasileira fará sua convocação para a Copa no dia 7 de maio com 23 nomes, segundo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Mesmo assim, 30 jogadores serão enviados à Fifa. Em caso de lesão durante a preparação para a Copa, porém, o técnico Luiz Felipe Scolari pode até convocar um atleta que não esteja entre os 30, desde que seja antes de 2 de junho.