CAMPEÕES SUL-AMERICANOS
Tenistas bauruenses são campeões sul-americanos por equipes. Em Campeonato Sul-Americano Sênior, disputado na última semana, no luxuoso balneário de Punta Del Este (Uruguai), Roger Guedes, na categoria 60/64 anos e Luiz Alberto Penna, 55/59 anos, sagraram-se campeões por equipes. Tanto Roger, quanto Penna, jogaram como número 1 do Brasil em suas respectivas equipes, afinal, são os atuais campeões brasileiros. As partidas finais foram contra a sempre forte, Argentina.
RENATO JOAQUIM
O ex-tenista profissional Renato Joaquim, está ministrando aulas particulares de tênis. Na Luso, sede de campo, também para não associados, de segunda a quinta-feira, das 16:30 às 19h30; e no Villagio III, das 8h às 10h, às segundas, terças e quartas-feiras. Para quem não sabe, Renato foi um dos melhores jogadores infanto-juvenis do Brasil, no final da década de 70 e início de 80, tendo vencido torneios brasileiros e sul-americanos. Seu maior resultado como tenista juvenil, foi o de vice-campeão do “Orange Bowl” (antigamente, campeonato mundial juvenil), categoria até 18 anos, em 1981. Como profissional participou de vários grandes torneios pelo mundo. Em suas aulas, Renato procura passar o que aprendeu e viveu em sua carreira. Contato nos telefones: 9-9771-3031 e 3879-3885.
RIO OPEN-1
O espanhol Rafael Nadal foi o campeão do ATP 500 Rio Open, encerrado domingo, no Rio de Janeiro. Na final, venceu o ucraniano Alexandr Dolgopolov. Sobre o torneio, nem tudo foi elogios por parte do espanhol. No início, ele reclamou que havia muito pó de telha (que é colocado sobre o saibro para que se possa deslizar) nas quadras, ocasionando vários desvios de bolas mas, no dia seguinte, o problema já tinha sido resolvido. Depois da semifinal, quando teve que salvar três match-points, reclamou das bolas usadas no torneio, as “Head ATP”, bastante pesadas. No ano passado, no Brasil Open, Nadal também reclamou das bolas, as “Wilson Championship”, muito rápidas. Além de seu patrocinador para roupas e tênis, a Nike, que não fabrica bolas, o espanhol usa raquetes da marca Babolat, que também centraliza sua linha de produção nas bolas. Será que as bolas são realmente ruins ou, Nadal está tentando um lobby em favor de um dos seus patrocinadores? As bolas “Head ATP”, são usadas em um grande número de torneios, sem reclamações, inclusive dos demais grandes jogadores.
RIO OPEN-2
Nas duplas, o mineiro Marcelo Melo e o espanhol David Marrero, foram vice-campeões. Diante de pouco público, numa manhã de muito calor, foram derrotados pelos colombianos Juan Sebastian Cabal e Robert Farah, por 2 sets a 0. O também mineiro, Bruno Soares, terceiro do mundo em duplas, ao lado do austríaco Alexander Peya, perdeu nas semifinais para os mesmos colombianos.
DIFERENÇA AUMENTOU
Os 500 pontos conquistados por Rafael Nadal (número 1 do mundo) no ATP 500 do Rio de Janeiro, fez com que chegasse aos 14.580 pontos no ranking. Agora, Nadal supera o sérvio Novak Djokovic, o segundo, que soma 10.580 pontos, em exatos 4 mil. Apenas a diferença de pontos entre eles equivalem a dois títulos de Grand Slam.
CALOTE
Além do sérvio Novak Djokovic, que ficou sem receber do governo do Estado do Rio de Janeiro, grande parte do dinheiro combinado pela partida exibição com Guga, em 2012, a Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) reclama que também tem a receber dos governantes cariocas. Segundo seu presidente, Cris Kernmode, o governo do Rio de Janeiro deve dinheiro à entidade, referente a contrato em que a ATP promovia a Cidade Maravilhosa em placas de destaque nas quadras dos principais torneios do mundo. Desde julho de 2013, o pagamento, que era mensal, foi interrompido. Assim, três milhões de dólares deixaram de ser pagos, e o contrato foi interrompido recentemente. Cris disse que, por várias vezes, tentou marcar uma reunião com o governador do Estado, Sérgio Cabral, mas não obteve sucesso.
DICA
Mesmo batendo bem na bola, a indecisão pode levar à perda do ponto. Quando for sacar, saiba onde e que tipo de força e efeito irá usar. Assim, em muitas das vezes, poderá antecipar a maneira que a bola retornará. Quando estiver devolvendo o saque, decida e pense sobre o que irá fazer com a bola independentemente do lado que virá. Preste muita atenção, pois no tênis amador (de clube), dificilmente o sacador consegue te surpreender em todos os momentos. Em determinadas situações (contagem do game), não irá arriscar, e sacará no mesmo lugar que vem sacando sempre e com a mesma potência. Você, sabendo disso, decida antecipadamente onde irá retornar a bola.
CURIOSIDADE - 1
Diferentemente do tênis profissional masculino, o feminino permite, nos torneios da WTA (Associação do Tênis Feminino), que as jogadoras recebam instruções de seus técnicos, durante os jogos. Em partidas transmitidas pela televisão, esses técnicos (apenas um por jogadora) se sentam em lugares de fácil acesso à quadra e são obrigados a usar microfones, permitindo que suas instruções sejam conhecidas pelos telespectadores. Essa regra de instruções não é aplicada em torneios do Grand Slam (Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open).
CURIOSIDADE - 2
Juíza de cadeira (árbitra principal) dormiu durante jogo. Foi isso que aconteceu no início de fevereiro, em Portugal, no jogo de duplas, pela Fed Cup (versão feminina da Copa Davis), envolvendo Portugal e Bulgária. Durante a mudança de lado, as jogadoras estranharam a demora no anúncio para o recomeço do jogo (em jogos profissionais o juiz avisa o termino de descanso), quando se deram conta de que a juíza estava de cabeça baixa, dormindo. Para que o jogo pudesse continuar, o técnico português se dirigiu a tal juíza e, com muita delicadeza fez com que ela acordasse. O jogo de duplas foi vencido pela Bulgária, mas Portugal acabou ganhando o confronto.
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