Polícia

Idoso é enganado por falso funcionário da Saúde em Bauru

Marcus Liborio
| Tempo de leitura: 2 min

Um idoso de 85 anos teve um prejuízo de R$ 1 mil, na tarde desta segunda-feira (24), após ser enganado por um falso funcionário da Saúde. O fato ocorreu na residência da vítima, localizada na rua Gerson França, Centro de Bauru. Em nota, a Secretaria Municipal da Saúde alerta sobre o golpe e orienta para que as vítimas denunciem.

De acordo com boletim de ocorrência (BO), um homem se apresentou ao aposentado como funcionário do Ministério da Saúde e ofereceu um serviço público de atualização cadastral e recebimento de medicamento controlado de alto custo, através de farmácias particulares conveniadas.

Acreditando que se tratava de uma modernização do serviço público, a vítima entregou dados cadastrais ao falso funcionário, inclusive o cartão bancário com a senha de acesso.

Mais tarde, ainda segundo o BO, o idoso estranhou a visita do rapaz e, após consultar o extrato bancário e dar falta dos R$ 1 mil, constatou que havia caído em um golpe. O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) como estelionato e deve ser investigado pela Polícia Civil.

Alerta

A Secretaria Municipal da Saúde informa que recebeu várias ligações de pessoas com mais de 60 anos de idade, residentes na região central de Bauru, dizendo que estranhos têm batido à porta solicitando o fornecimento dos números das contas correntes para o depósito de um benefício que seria liberado pelo governo federal.


Ainda segundo os moradores, os golpistas estariam identificados com crachás do Ministério da Saúde e da Secretaria Municipal da Saúde. O órgão alerta a todos que se trata de golpe, uma vez que nem o município e nem a União solicitam a identificação de contas correntes ou mesmo a documentação para a identificação de idosos em visitas casa a casa.


Qualquer documentação necessária é solicitada no ato do atendimento ao munícipe, no serviço de saúde, e apenas documento de identificação e não de contas correntes. A secretaria orienta, ainda, para que as vítimas não forneçam qualquer dado e acionem a Polícia Militar (PM). 

 

 

 

 

 

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