O álcool e as mulheres
As mulheres metabolizam de forma diferente dos homens a bebida alcoólica. Os maiores efeitos embriagadores ocorrem no sexo feminino devido a maior proporção de gordura coporal (que retém o álcool por mais tempo), por variações na absorção no decorrer do ciclo menstrual e por ter uma concentração mais baixa de desidrogenase alcoólica, enzima fundamental para decompor o álcool.
Efeito de uma cerveja
O efeito de uma cerveja no corpo de uma mulher equivale a aproxidamente duas cervejas para um homem de mesmo peso corporal que ela. As mulheres que procuram o tratamento por conta do álcool normalmente apresentam danos biológicos mais graves do que os homens. Estudos relatam que mulheres que bebem mais do que três drinques por dia duplicam o risco de hipertensão arterial.
Abuso de álcool
Mulheres habituadas a ingerir 2,5-5 drinques por dia apresentam probabilidade 40% maior de desenvolver câncer de mama. Esse risco aumenta 9% para cada 10g de álcool diárias. O abuso de álcool reduz a densidade mineral óssea, causando osteopenia e osteoporose. A prevalência de depressão em mulheres que abusam de álcool é de 30-40%. Anorexia e bulimia estão presentes em 15-32% das mulheres que abusam do álcool.
Chiclete x placa dentária
A formação da placa dentária envolve a absorção da película salivar para o crescimento e o acúmulo de bactérias. Mais de 300 espécies bacterianas que habitam a nossa boca participam dessa formação. A cárie dental é iniciada pela adesão bacteriana e por uma subsequente formação de placa na superfície dentária, seguida por uma fermentação bacteriana de carboidratos e de uma formação de ácido orgânico, o qual provoca a desmineralização dentária
Produção de saliva
O chiclete, não importa de qual tipo, estimula a produção de saliva que neutraliza a redução do pH pela placa. O chiclete que contém açúcar é cariogênico, mas aqueles que contém os seus substitutos como os a base de polióis (edulcorantes) como o xilitol podem promover efeito anti-plaquetário e anti-cariogênico.
Benefícios da B6
A vitamina B6 ou piridoxina é uma vitamina presente na maioria dos alimentos e age como uma coenzima de reações enzimáticas nos metabolismos de aminoácidos, gorduras, carboidratos, neurotransmissores e na produção de hemoglobina. Sua forma mais biodisponível é a piridoxal-5-fosfato (PLP). As perdas de vitamina B6 são altas no cozimento e no processamento (enlatados) de carnes e vegetais.
Prevenção de doenças
Estudos apontam os seus benefícios na prevenção de doenças cardiovasculares, diabetes, doença progressiva renal e desordens neurológicas. Essa última função é decorrente da necessidade da vitamina B6 para a biossíntese de vários neurotransmissores como a serotonina, a dopamina e o GABA. Níveis baixos de B6 estão associados a um maior risco de depressão e epilepsia. Possui ainda atividade antioxidante.
Vitamina em alta quantidade
Alguns pesquisadores acreditam que altas quantidades dessa vitamina podem diminuir o crescimento tumoral através da supressão da proliferação e da angiogênese da célula tumoral, entretanto mais estudos deve ser realizados. O sistema imune é dependente dela e sua deficiência pode levar a atrofia dos órgãos linfóides, redução expressiva da contagem de linfócitos, prejuízo na resposta de anticorpos e queda na produção de IL-2. Pílula anticoncepcional e gravidez depletam essa vitamina sendo necessária uma suplementação.
Ruído de liquidificadores e afins
Liquidificadores, secadores de cabelo e aspiradores de pó deverão ser fabricados e importados com o novo Selo Ruído do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O objetivo é diminuir o excesso de ruído emitido pelos eletrodomésticos e estimular a indústria a fabricar aparelhos mais silenciosos.
Novo selo Inmetro
O novo selo colorido, que terá a marca do Inmetro e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), vai classificar os decibéis de 1 (mais silencioso) a 5 (menos silencioso) e deverá estar colado na embalagem para informar ao consumidor a potência sonora do produto. O selo indica de forma simples o nível de ruído para que o consumidor possa escolher os aparelhos mais silenciosos.
Robô na sala de cirurgia
Um robô vai ser usado nas cirurgias de pacientes do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado ao governo paulista. Sentados à frente de um console, os médicos irão guiar o robô, que será usado nas cirurgias de cinco especialidades oncológicas: urologia, ginecologia, cabeça e pescoço, aparelho digestivo e tórax. A expectativa é que o uso do equipamento reduza o tempo de recuperação e menor dor para o paciente, além de um menor período de internação. Foram feitas três cirurgias no Icesp com o robô no mês de fevereiro. Todas para a retirada de tumores malignos da próstata.