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Império da Tijuca levanta o público com samba forte no Rio

Folhapress
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Não é fácil abrir o desfile do Grupo Especial e vencer a barreira de um público frio. O Império da Tijuca conseguiu empolgar o público graças a um samba forte e às referências à cultura africana em seu enredo "Batuk" - que teve de passo de capoeira a um abre-alas no qual tambores cenográficos emitiam sons de atabaques.


O público cantou o samba e aplaudiu muito especialmente nos setores populares. A bateria foi outro destaque, sustentada apenas pelo naipe de atabaques (instrumento que não é usado nas escolas de samba) durante uma parada dos demais instrumentos.


Os integrantes da escola, que veio do grupo de Acesso, também cantaram o samba durante todo o desfile. "Isso ajudou muito também a nossa comissão de frente, que representava a integração das tribos da África com os elementos naturais, como fogo e água", disse Júnior Scapin.


A escola ficou um pouco repetitiva nos dois primeiros setores, usando os mesmos símbolos para retratar a influência africana nos tambores do Brasil. Teve ainda problemas para tirar o primeiro carro da pista, que precisou ser desacoplado.

 

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