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Ben-Hur, missivista por paixão, morre aos 82 anos

Marcus Liborio
| Tempo de leitura: 1 min

Divulgação

Missivista por paixão, Ben-Hur  ficou conhecido pelas inúmeras cartas que escreveu ao Jornal da Cidade

O aposentado Ben-Hur Peres Rego morreu na quinta-feira (6), aos 82 anos, acometido de um câncer no pulmão. Ele estava internado no Hospital Estadual (HE) de Bauru desde terça-feira (4).

Missivista por paixão, Ben-Hur - que foi casado com Manoelina Bonetti Rego e deixa cinco filhos - ficou conhecido pelas inúmeras cartas que já escreveu à Tribuna do Leitor do  Jornal da Cidade.

Um homem batalhador e honesto, que dedicou sua vida à família. É desta forma que a filha Patrícia Ponetti Rego Limão descreve o pai. “Nunca deixou faltar nada para os filhos”, diz.

Ben-Hur dedicou 17 anos de trabalho voluntário ao Lar Escola Santa Luzia para Cegos, em Bauru. “Ele participava dos projetos e adorava ajudá-los”, complementa a filha.

O aposentado descobriu o câncer há menos de uma semana, quando, após passar mal, procurou atendimento médico na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Bela Vista.

O corpo está no Centro Velatório Terra Branca, na rua Gerson França, 5-55, Centro de Bauru. O sepultamento será hoje, no Cemitério da Saudade, às 16h.

Inspirado em filme

Ben-Hur foi inspirado em um filme de mesmo nome lançado em 1907. A trama se passa na época de Jesus Cristo e conta a história de um judeu (Judah Ben-Hur) que, traído por um amigo, foi entregue à escravidão.

Depois de muita luta, o personagem ganhou a liberdade novamente. “Minha avó assistiu ao filme e, quando meu pai nasceu, decidiu batizá-lo assim”, contou Patrícia.

Ben-Hur era irmão do advogado e escritor Blasco Peres Rego, que morreu em 18 de outubro de 2013, aos 81 anos, vítima de infarto

 

 

 

 

 

 

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