Desde que Deus expulsou Adão e Eva do paraíso por eles terem mordido a maçã, a melhor passou a ter opção pela vida.
E então, quando aquele espermatozoidezinho valente chegava lá, não era mais Deus que decidia se ele iria viver ou não, era a mulher que decidia se o manteria em seu corpo durante nove meses e depois o daria a luz, o traria ao mundo.
E foi desse modo que a mulher se tornou poderosa e passou a partilhar com Deus a opção pela vida; ela é que decide se vai ou não deixar nascer dela um novo ser.
Uma greve de mulheres, conta a lenda, na Grécia antiga falando das mulheres de Atenas, ameaçou a humanidade e, ainda hoje, se todas as mulheres do mundo fizerem uma greve, a humanidade deixará de existir. É claro que isso é apenas uma hipótese muito remota e com certeza jamais iria acontecer, mas apenas para argumentar com ela, para que se compreenda toda a importância da mulher diante da opção pela vida. Na verdade, pode-se afirmar sem sombra de dúvida, que a mulher é mesmo a parceira de Deus na criação de novas vidas.
Isolina Bresolin Vianna