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Trem descarrila e afeta circulação no Rio de Janeiro

Folhapress
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Um trem que seguia para Gramacho, na região metropolitana do Rio, descarrilou a cerca de 150 metros da plataforma da estação Central do Brasil na noite desta quinta-feira (13).

O acidente afetou a circulação de outras composições, como os ramais de Saracuruna e Belford Roxo, que chegaram a circular com atraso de, ao menos, 15 minutos.

Segundo a SuperVia (responsável pelos trens urbanos do Rio), ninguém ficou ferido. A composição foi encarrilada em menos de 30 minutos, e encaminhada para a oficina.

A Agetransp (Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado) informa que tomou as medidas iniciais: o envio técnicos da agência ao local para apurar as causas e o registro do boletim de ocorrência.

A SuperVia declara que os passageiros que estavam dentro do trem tiveram que desembarcar na linha férrea e caminhar até a plataforma. Agentes auxiliaram os usuários no desembarque. A empresa disse ainda que os passageiros foram encaminhados para outras composições para seguir viagem.

Na última segunda-feira, um trem do ramal de Japeri descarrilou próximo à estação de Deodoro, na zona oeste, quando seguia para a Central do Brasil. Sete pessoas ficaram feridas.

O problema, que ocorreu por volta das 6h30, também obrigou os passageiros a desembarcar e caminhar pelos trilhos até a estação. Os trens chegaram a circular com atrasos de dez minutos.

Metrô

Na manhã desta quinta-feira (13), uma queda de energia alterou o funcionamento do metrô no Rio. A linha 2, que normalmente vai de Botafogo a Pavuna, passou a funcionar entre o Estácio e a Pavuna. A mudança, segundo a MetrôRio, ocorreu das 10h30 às 17h.

Em nota, a concessionária explica que detectou, às 6h48, um problema na subestação de energia da estação Central. Foram efetuados dois cortes de energia entre as estações Carioca e Estácio: um de três minutos a partir das 7h37 e um de 20 minutos a partir das 9h40.

A decisão de efetuar a maior parte da manutenção ao final do horário de pico, como justifica a empresa, foi para diminuir o impacto no fluxo de passageiros. Por precaução e medo de sobrecarga, a baldeação da linha 1 para a linha 2 só voltou a normal após as 17h.

    

 

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