A mais de 900 metros de altura, o morro do distrito de Rubião Júnior é o ponto mais alto de Botucatu (100 quilômetros de Bauru) e que abriga a capela de Santo Antônio. Ela foi construída por Manoel Álvaro Guimarães (também responsável pela construção da Catedral Metropolitana de Sant’Anna), com ajuda da própria comunidade, em 1930, e preserva a arquitetura gótica, com todas as características de um castelo medieval semelhante à da cidade de Guimarães (Portugal).
|
Guarda Civil Municipal/Divulgação |
|
Câmera na capela de Santo Antônio, a 900 metros de altura |
Não é à toa que o local é um dos principais pontos turísticos de Botucatu. O local agora conta com monitoramento 24 horas para evitar vandalismo.
“De madrugada era gente consumindo álcool, droga, carro com som alto, muito lixo espalhado e todo tipo de vandalismo contra a igreja”, relata o padre Ivonil Parraz, da Paróquia Santo Antônio.
Preocupada em preservar este patrimônio botucatuense, a Guarda Civil Municipal (GCM) investiu R$ 8,5 mil para a instalação de quatro câmeras de monitoramento.
Em funcionamento desde o final de janeiro deste ano, o sistema de segurança já tem surtido efeito positivo. No dia 10 deste mês, por exemplo, a GCM encaminhou ao plantão policial dois rapazes que consumiam entorpecentes no local. “Depois da instalação das câmeras, esses incidentes têm diminuído consideravelmente”, afirma Parraz.
Segundo o comandante da GCM, Sérgio Bavia, o reforço na segurança do morro de Rubião é um pedido antigo da comunidade do distrito e que foi atendido pelo prefeito João Cury Neto. “O morro de Rubião Júnior é um patrimônio da cidade, que recebe centenas de botucatuenses e turistas o ano inteiro. Por isso, nada melhor que monitorá-lo 24 horas para que a comunidade sinta-se segura em frequentar o local”.
%20(2).jpg)