Um total de 529 simpatizantes da Irmandade Muçulmana e do ex-presidente Mohammed Mursi foram condenados à pena de morte nesta segunda-feira (24) no Egito por atacar delegacias e edifícios do governo.
Apenas 153 dos condenados estão detidos e os demais são considerados foragidos.
Mais de 1.200 pessoas são processadas por atos de violência registrados em meados de agosto em Minia, 250 km ao sul do Cairo.
Este é o julgamento mais importante desde o início da repressão contra os partidários de Mursi, em julho do ano passado, após a queda do único chefe de Estado eleito democraticamente no país.