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Moradores fazem outro protesto em Lençóis


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Billy Mao/Divulgação

Os moradores consideram que o homicídio seria doloso (quando há intenção de matar), porque o motociclista estava embriagado

Um grupo de moradores do Jardim Primavera em Lençóis Paulista (43 quilômetros de Bauru) fez protesto nesta quinta-feira (27) em frente à Delegacia de Polícia e seguiram para o Fórum, escoltados por uma viatura da Polícia Civil, com pedidos por justiça à morte da jovem grávida Marissol dos Santos Fernandes, atropelada no último sábado (22). Na última segunda-feira (24), cerca de 30 pessoas entre familiares e amigos da jovem fizeram uma manifestação com cartazes no plenário da Câmara de Vereadores.

A jovem de 22 anos morreu atropelada, no cruzamento da avenida Luiz Boso com a rua Silvio Boso, Jardim Primavera. O bebê, que era menino, também morreu após o acidente.

O condutor de uma motocicleta, Jhonatas Elias de Oliveira Gomes, de 18 anos, trafegava pela avenida, quando não teria conseguido frear a tempo e atropelou a grávida de 9 meses.

Segundo a polícia, Jhonatas recebeu atendimento médico e, após realizar exame clínico, foi constatado que ele estava embriagado. Diante dos fatos, ele foi encaminhado para a delegacia de Lençóis, onde foi autuado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e embriaguez ao volante.

Os moradores discordam que o motociclista seja indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar). Para eles, o fato de o causador do acidente estar embriagado significa que sabia do risco ao ser imprudente na condução da motocicleta.

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