Tribuna do Leitor

Dia das mentiras... e infâmias


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O lulopetismo é uma máquina de produção de mentiras e nada melhor que a proximidade com o 1º de abril para homenageá-lo. E, em homenagem à facção que controla as "comissões da verdade", cujo rol de estultices ultrapassou a barreira do ridículo há anos, não poderia deixar de celebrar o 50.º ano do início do governo militar, data que oficializou o confronto aberto entre a tentativa de instalação da ditadura comunista e sua oposição militar. Não são as mentiras que a esquerda conta que doem, mas as verdades que não são ditas, estas sim fontes perpétuas de subversão da história nacional. Deixa-se de contar, por exemplo, que o Brasil de 63/64 vivia uma convulsão que beirava à guerra civil, com hordas comunistas infiltrando-se abertamente em todos os setores do poder, sob indignação do povo e da mídia. Também não se conta que os militares foram, ao longo de meses, açodados para que interviessem nesse processo de esbulho ideológico. Qualquer busca Google na mídia da época comprova isso.

Incomoda-lhes contar que Cuba, patrocinada por dinheiro soviético manchado no sangue de milhões de vítimas do leste europeu, vivendo o esplendor do 5.º ano de uma ditadura violenta, estimulava as células comunistas nos demais países da América latina. Os idiotizados pelo romantismo comunóide queriam ser como Guevara e Fidel, adorando o discurso de Che, na ONU, em 1964, dizendo "fuzilamos e continuaremos fuzilando", vídeo disponível no Youtube.

Dilma, Genoíno e todos que, hoje, mentem dizendo que faziam parte de uma "resistência democrática", são estelionatários histriônicos. Primeiro: porque as organizações terroristas das quais faziam parte eram revolucionárias armadas pró comunismo (VAR-Palmares, POLOP, MNR, PC do B, etc). Segundo: porque se contradizem explicando a proximidade com Cuba, sem explicar o porque do treinamento militar num país que não tem eleição nem para síndico de cortiço e nunca foi modelo de democracia. Terceiro: porque além do ataque armado, a tática que usavam para iludir estudantes em manifestações pacíficas que se convertiam em quebra-pau com o exército é a mesma usada pelos asssessores da Presidência de hoje, com elementos de ataque infiltrados na massa de manobra. Truque velho e conhecido, mas ainda eficaz. Também não contam que, em 1963, dirigentes das Ligas Camponesas planejavam levar 5 a 10 anos na organização das massas rurais para a chamada "aliança operário-camponesa", tida como imprescindível para a futura Revolução Socialista no Brasil, o que acabou sendo o germen da estúpida guerrilha rural brasileira e, na atualidade, o nefasto MST.

Estes covardes nunca lutaram contra os militares. Pelo contrário, os militares que não se curvaram diante da violência e terror que os comunistas impuseram ao nosso país. O lulopetismo representa o estertor de uma república capenga. Não apenas estamos sendo paulatinamente vitimados por uma ideologia que nos levará a um poço sem fundo, como jogados num processo de deterioração das grandes empresas nacionais e falência da economia. O governo federal já paga para Cuba e outras ditaduras sulamericanas sobreviverem. E a máquina da mentira vai dando nomes pomposos de "Mais Médicos", Porto de Mariel, ajuda a pobres dos países vizinhos e outras patifarias mais. Quem duvidar, que embarque na recém inaugurada ponte aérea Brasília-Havana.

Ivan Garcia Goffi - advogado

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