O ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Thomas Traumann, rebateu nesta quarta-feira (2) acusação de que a presidente Dilma Rousseff teria recebido previamente o contrato referente à compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras.
A acusação é do advogado do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, Edson Ribeiro. Ele disse ontem que os conselheiros da estatal, incluindo a presidente Dilma, receberam com 15 dias de antecedência o contrato da compra da refinaria de Pasadena, nos EUA. A presidente nega. “Os conselheiros tiveram tempo hábil para examinar o contrato. Se não o fizeram, foram no mínimo levianos ou praticaram gestão temerária”, disse Ribeiro à reportagem. “Cerveró não vai aceitar ser bode expiatório. Não há nada de errado com o negócio”.
Segundo ele, os conselheiros podem ter se esquecido disso dado o “lapso temporal” da aprovação da compra da refinaria, que aconteceu em 2006.