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Onça atropelada passa por cirurgia, mas ainda não está fora de risco


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Nesta quarta-feira (9), foi realizada a cirurgia de reabilitação da onça parda, que levou sete horas, no Hospital Veterinário da Universidade Estadual Paulista (HV/Unesp), em Botucatu (100 quilôemtros de Bauru). O felino foi vítima de um atropelamento na  quinta-feira (3), na rodovia Marechal Rondon (SP-300), em Agudos (13 quilômetros em Bauru).

Reprodução/Facebook

Após sete horas de cirurgia, o pós-operatório será crucial

O animal, um macho de 56 quilos, foi socorrido e levado em estado gravíssimo ao hospital veterinário, apresentando um quadro de hemorragia e traumatismo craniano, além de diversas fraturas.

O felino sofreu ferimentos nas duas patas, do lado esquerdo, onde foi necessária a colocação de placas, parafusos, pinos e fios de aço para ajudar na fixação óssea. O objetivo é que o animal consiga recuperar os movimentos.

Apesar de todo o esforço da equipe médica, a onça está sob efeitos de sedativos e assim será mantida durante os próximos dias para que o pós-operatório seja tranquilo.

Esse período de recuperação será crucial para a reabilitação. De acordo com os médicos veterinários, o animal precisa se manter calmo o todo tempo para que haja o processo de cicatrização. Caso fique agitado ou se movimente muito, poderá colocar toda a cirurgia a perder.

A onça-parda, também é conhecida como puma concolor, é o segundo maior felino do Brasil e atualmente está presente na lista dos animais com risco de extinção.

 

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