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8 dias após queda de galho em bar, árvore ainda não foi cortada

Bruna Dias
| Tempo de leitura: 1 min

Uma árvore representa a presença da natureza na área urbana. Mas quando ela envelhece pode se tornar um medo para quem mora próximo. Foi o que aconteceu com a comerciante Silvana Bianchi há oito dias. Com a chuva intensa, o galho de uma árvore guapuruvu caiu sobre o seu bar e causou destruição. A questão ainda está sem solução

O acidente ocorreu na avenida do Hipódromo, no Jardim das Orquídeas (próximo ao Geisel). A pendência vem desde 2010. A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), autorizou a poda mas isso deveria ser feito pelo Corpo de Bombeiros.

A corporação foi até o local, mas a CPFL não desligou a energia.

Depois do contato da reportagem, a companhia esteve no local avaliando a rede. A assessoria de comunicação da CPFL informou que realizará, o mais breve possível, uma nova inspeção nas condições de segurança da rede elétrica citada.

“Eu tenho medo que o telhado acabe de cair e leve a caixa d’água também. Não posso abrir o bar e o aluguel está atrasado. Estou desesperada, alguém precisa resolver isso”, lamentou a comerciante Silvana Bianchi, que ainda aguarda uma solução.

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