Não poderia dizer que me arrependo do que escrevi nesta coluna em 30 janeiro/14, mas posso dizer que extrapolei em alguns momentos em minha narrativa. Por outro lado, eu também estava errado, pois saía da sala, mas fumava dentro do clube. Deveria fumar na rua. Meu maior arrependimento é que meu procedimento faça com que perca algumas amizades de décadas. Meus amigos... ou ex-amigos. Bebam à vontade onde quiserem e quanto puderem. Não tenho nada com isso. Não se preocupem que não vou fazer o que fizeram comigo, tipo: "Aqui não é lugar de fumar, em momentos proferindo alguns palavrões!". Seria o caso de eu dizer também: "E agora, quem vai te levar para casa? Dirigir com álcool no organismo também é proibido!". Mas não se preocupem. Podem beber à vontade. O fígado, cada um tem o seu, e o livre arbítrio aí permanece, bem como o meu pulmão, que já deve estar afetado.
Querem que eu peça desculpa? Tudo bem, eu peço desculpa pelos excessos, principalmente no final. Não era minha intenção compará-los com os meus animais irracionais. Na verdade, incluí-me entre eles também, pois disse que os racionais são complicados e estúpidos. Somos realmente complicamos e estúpidos. Finalmente, devo dizer que sinto muito todo esse episódio. Se pudesse voltar no tempo, não o faria novamente.
Luiz Carlos Pasquarelo