Os militares da Nigéria sabem onde estão as mais de 200 meninas sequestradas pelo grupo Boko Haram, mas descartaram o uso da força para resgatá-las, disse o chefe da Defesa, o marechal da Força Aérea Alex Badeh, segunda-feira, segundo a agência de notícias estatal.
Sete semanas depois de os militantes do Boko Haram raptarem as alunas que faziam provas em uma escola do segundo grau no vilarejo de Chibok, no nordeste nigeriano, pouco se sabe sobre o seu paradeiro ou o que os militares estão fazendo para recuperá-las.
“A boa notícia para os pais das garotas é que sabemos onde elas estão, mas não podemos dizer a vocês”, disse Badeh, de acordo com a agência estatal de notícias. “Mas onde elas estão, podemos chegar lá com força? Não podemos matar nossas garotas em nome do esforço para salvá-las”.
A maioria das autoridades acha que qualquer operação de resgate seria muito perigosa e provavelmente não valeria o risco de as alunas serem mortas por seus sequestradores.