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A primeira microfilmagem com fibra ótica foi realizada nesta quinta-feira, na Vila Popular |
As redes de abastecimento de água de Bauru passarão a ser monitoradas com câmeras de alta resolução que irão avaliar as condições internas e os índices de incrustações das tubulações. A cidade é a primeira do Estado a receber a tecnologia.
Através do registro das imagens, capturadas por um cabo de fibra ótica, será possível comprovar a eficácia do produto ortopolifosfato, aplicado na Estação de Tratamento de Água (ETA) desde 1998 para impedir o acúmulo de ferro e manganês, com intuito de minimizar a corrosão e controlar a cor e turbidez da água. A presença desses metais pode provocar coloração amarelada na água.
Teste
A primeira microfilmagem foi realizada nesta quinta, na quadra 2 da rua Nicola Constatino, na Vila Popular. O serviço, que não terá nenhum custo adicional para o DAE, foi executado pela Tecniágua Soluções em Tratamento de Água, contratada para o fornecimento do ortopolifosfato.
O presidente Giasone Cândia, o diretor de Divisão de Produção e Reservação de Água, José Brazoloto, o diretor de Serviço da ETA, Joaquim Pereira e a técnica em química, Aline Rocha acompanharam os procedimentos.
Ao verificar pessoalmente uma parte da tubulação que recebeu o produto químico durante 16 anos, o diretor técnico da empresa, Rogério Joroski, revelou que o ortopolifosfato está sendo eficiente no tratamento de água do município.
A empresa vai apresentar ao DAE um relatório detalhado sobre esta ação. A cada 90 dias serão monitorados novos pontos da cidade.
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