Tribuna do Leitor

Nosso povo está enfermo?


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De antemão, somos gratos a Deus, pelas produções dos laboratórios e suas constantes pesquisas, que nos têm dado sobrevivência, tanto aos adultos, jovens e até mesmo às crianças e recém-nascidos. Mas doutro lado, convivemos forçosamente com todos os males que os produtos (industrializados) nos fazem.

Assim tentamos nos equilibrar, entre a dualidade do benefício e malefício que consumimos. Por estas e outras razões, temos um número assustador (e "normal") de pessoas em tratamento de saúde, em cada núcleo de saúde, clínicas e hospitais que diariamente estão abarrotados de gente. Marcar consulta e, pior ainda, agendar um exame qualquer, se torna um custo tremendo de tempo. Uma consequência real desta chamada vida moderna, nas facilidades complicadas, em nossos consumos.

Além disso, temos também os maus hábitos, os vícios que infelizmente blindamos por meio de filosofias vãs, por não querermos parar (deixá-los). Um grande avanço que tivemos, para com uma vida saudável, foi a mudança do cardápio escolar e das cantinas (lanchonetes) nas escolas. Talvez seja um início de uma renovada concepção para com uma alimentação sadia, sem os costumeiros abusos contra os próprios órgãos vitais de cada um.

A nossa maior urgência é de saúde, e não de médicos e hospitais. O que podemos ter através de uma vida regrada, exercício físico, paz interior, até mesmo a meditação, oração e como nos diz a própria Bíblia: "Não sejas sábio a teus próprios olhos. Teme ao Senhor e aparta-te do mal, isso será saúde para o teu corpo e refrigério para os teus ossos" ? Provérbios de Salomão 3.7,8.

Carlos Roberto dos Santos

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