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MPL diz que não pediu ausência da PM em protesto

Folhapress
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O Movimento Passe Livre (MPL) divulgou nota neste sábado (21) em que nega ter pedido a ausência da Polícia Militar no protesto do dia 19 de junho, que terminou com vandalismo e lojas e agências destruídas.

Segundo o grupo, foi solicitado à secretaria de segurança do Estado apenas que a presença ostensiva dos policiais não inviabilizassem o protesto.

Depois de atos de vandalismo, a PM declarou que existia um acordo com o MPL para que policiais acompanhassem à distância o protesto.

Sobre os casos de vandalismo, o movimento disse que historicamente os "quebra-quebras fizeram parte das lutas populares". "Não cabe a nos legitimar ou deslegitimar essas ações, no entanto elas nunca estiveram entre os objetivos do ato do dia 19", diz a nota.

O grupo ainda diz lamentar que o MPL seja criminalizado pelo governo estadual e a secretaria de segurança.

O último protesto promovido pelo MPL (Movimento Passe Livre), na quinta-feira (19), terminou com agências bancárias e concessionárias de veículos depredadas. A Polícia Militar afirmou que o movimento é culpado pela destruição, pois promoveu o ato e fez um acordo para que o policiamento permanecesse distante.

O ato do dia 19 marcou um ano da revogação do aumento das tarifas de ônibus, trens e metrô em São Paulo

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