Os dois manifestantes presos na segunda-feira durante protesto na avenida Paulista tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Isso que significa que o professor de inglês Rafael Marques Lusvarghi, 29 anos, e o estudante e servidor da USP Fábio Hideki Harano, 26 anos, ficarão encarcerados até o julgamento do caso, sem prazo determinado, ou até a concessão de habeas corpus.
Manifestantes fizeram dois protestos ontem pedindo a libertação dos dois. Eles são acusados de cinco crimes, entre eles o de associação criminosa, cuja pena varia de 1 a 8 anos de prisão.
Lusvarghi deve permanecer preso no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, na zona oeste, e Harano, no presídio de Tremembé (a 147 km de São Paulo).
Ontem, as defesas dos dois entraram com pedido de habeas corpus, que ainda serão apreciados pela Justiça.