Regional

Macatuba quer retomar as feiras

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 2 min

A cidade de Macatuba (46 quilômetros de Bauru) participa do projeto da Feira Itinerante do Médio Tietê desde o início, porém ficou por um ano fora e retornou em 2013, explica a coordenadora de Cultura, Adriana Gomes da Silva. “Não sei exatamente porque durante um ano não participamos. Isso aconteceu na outra gestão. Macatuba ia sediar a feira em maio, mas por conta da Copa do Mundo, adiamos para novembro.”

O intervalo de um ano fez com que alguns artistas desistissem da ideia. “Estamos reorganizando o setor. Temos cerca de 10 artistas cadastrados. Precisamos conquistar esse segmento de novo, ficou parado e eles se afastaram”, lamenta.

Dentre os cadastrados há cantores sertanejos, dança e uma orquestra sendo montada. “O nosso forte é no artesanato, bordados, crochê, decupagem em madeira e patchwork.” 

A feira em Macatuba já tem endereço certo. “Vai ser no teatro municipal que tem uma estrutura pronta. Cada cidade faz em um determinado local, onde o público mais frequenta. Aqui como a gente tem toda a estrutura no teatro, vamos fazer lá. O evento é aberto a toda a população. Eu acho importante participar porque é uma forma de divulgar o trabalho para as pessoas das cidades vizinhas. É outro público que conhece o trabalho e muitas vezes compram.”  


Boraceia sediou a feira em setembro do ano passado

Na cidade de Boraceia (41 quilômetros de Bauru) a Feira Itinerante do Médio Tietê foi realizada em setembro do ano passado. Nessa oportunidade, o município apresentou danças, coral e o grupo que artesanato do Fundo Social de Solidariedade.

Segundo a diretora municipal de Cultura, Jordana Piton, o grupo de dança é formado por 25 integrantes e foi batizado de Bud. “São danças urbanas. Temos um coral e três duplas sertanejas que levamos para as feiras.”

Para ela, as feiras proporcionam maior visibilidade dos artistas. “Você acaba conhecendo a cultura de outras cidades e mostrando a sua. É um outro público que assiste às apresentações e observam o nosso cardápio cultural.”

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