Nacional

Aécio promete "regras claras" na economia

Folhapress
| Tempo de leitura: 2 min

Durante a sabatina na CNI, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, prometeu um “ambiente seguro” para os investidores, com regras claras na economia para os investidores internos e externos do País.

“Esperem regras claras, atrações seguras para o investimento, regulação clara dos mercados e ação que aumente a produtividade e qualidade dos serviços”, disse. “Assistimos hoje a algo extremamente nocivo, é a Receita Federal fazendo interpretações a cada dia, o que causa absoluta insegurança a quem produz hoje”, completou.

Segundo Aécio, uma das principais marcas do governo Dilma Rousseff é um “nefasto intervencionismo” na economia. Ao afirmar que o atual governo desperta a “desconfiança” internacional, Aécio disse que a crise econômica se tornou mais grave no Brasil porque a gestão do PT não sinaliza ao mercado quais suas ações para o futuro.

“É hora do governo ter humildade para reconhecer que fez as escolhas erradas, pelo menos sinalizar mudança de posição que poderia permitir que a arrogância e o unilateralismo das decisões pudesse ser substituído por um diálogo maior de quem ajuda o governo a crescer”, afirmou.


Governo “falhou”

Ao atacar uma das principais bandeiras de Dilma - sua eficiência como gestora - Aécio disse que o seu governo “falhou” na gestão do Estado que se transformou em um “cemitério de obras inacabadas”.

O tucano prometeu aos empresários retomar a competitividade do Brasil, caso eleito, com medidas como melhorias na educação, investimentos em infraestrutura e recuperação da confiança do País. Aécio fez uma comparação com o placar de 7 a 1 para a Alemanha contra o Brasil na Copa o ao afirmar que o governo Dilma vai deixar “7% de inflação e 1% de crescimento” para o País. “Esse 7 a 1 foi muito trise, mas não é o que me preocupa. O 7 a 1 que nos preocupa é o que deixarão para a gente.”

O tucano ainda prometeu aos empresários ampliar dos atuais 18% para 24% o investimento total da economia em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), numa “grande articulação do governo com o setor privado”.

 

Comentários

Comentários