O candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), disse que o Brasil “não merece” mais quatro anos de governo Dilma Rousseff (PT). “Está na hora de deixarem na mão de quem sabe”, concluiu.
O senador fez uma série de provocações à presidente, que disputa a reeleição, durante visita à porta de uma fábrica de máquinas na manhã de ontem, em São Paulo.
Aécio voltou a dizer que o governo perdeu a “capacidade de atrair investimentos” e que o legado de Dilma será de “estagflação”: crescimento baixo e pressão inflacionária.
O tucano foi à porta da fabrica acompanhado do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e de José Serra, que concorre ao Senado em São Paulo. A incursão foi organizada por dirigentes da Força Sindical e pelo deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SDD-SP).
Aécio reafirmou que manterá o reajuste real do salário mínimo e disse que corrigirá a tabela do imposto de renda.
Dilma e sindicalistas
A presidente Dilma (PT), candidata à reeleição, aproveitou um evento em que recebeu apoio de seis centrais sindicais ontem para insinuar que seus adversários irão acabar com a política de valorização do salário mínimo caso vençam a eleição. Dilma voltou a repetir a uma plateia de sindicalistas, reunidos no Ginásio da Portuguesa, em São Paulo, que seus três principais compromissos são a valorização do salário mínimo, a manutenção dos empregos e dos direitos trabalhistas.