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Pai de menino atacado por tigre usa direito ao silêncio em depoimento

Folhapress
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A Polícia Civil ouviu na tarde ontem o pai do menino de 11 anos atacado por um tigre em um zoológico de Cascavel (PR) no dia 30 de julho. Segundo o delegado Denis Merino, responsável pelo caso, o pai repetiu os relatos anteriores e usou o direito ao silêncio.

De acordo com a polícia, Marcos do Carmo Rocha não respondeu aos questionamentos considerados importantes no caso. As perguntas não respondidas buscavam esclarecer quem colocou o garoto na área proibida e se o pai sabia que o menino daria comida ao tigre, segundo Merino. Além disso, o delegado também perguntou se Rocha foi alertado por testemunhas sobre o risco que a criança corria ao se aproximar do tigre.

Segundo a polícia, o advogado da família orientou o pai a não responder essas perguntas porque estaria muito abalado emocionalmente.

Em outra investigação, a Polícia Civil procura os responsáveis pelo vazamento das fotos do garoto dentro do hospital, já com o braço amputado.

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