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PSB vai explicar ´condições de contrato´ do jato de Campos

Folhapress
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A direção do PSB promete explicar no início desta semana sobre "as condições do contrato" do jato que era usado por Eduardo Campos e caiu matando o então candidato a presidente da República da sigla e outras seis pessoas.

 

A Polícia Federal investiga o uso da aeronave e trabalha com o possibilidade de ela ter sido comprada por meio de caixa dois empresarial ou da sigla.

 

A promessa de que o PSB vai abordar a polêmica compra foi feita novamente na manhã deste domingo (24) pelo novo candidato a vice da sigla, o deputado Beto Albuquerque (PSB-RS).

 

Albuquerque já tinha dito na sexta-feira (22) que o PSB daria "todas as explicações necessárias" sobre uma eventual irregularidade na contratação da aeronave.

 

Marina Silva, que assumiu a candidatura da legenda ao Planalto, tem sido poupada de falar sobre o assunto. Quando ela foi questionada a respeito do tema durante visita ao Centro de Tradições Nordestinas, em São Paulo, Albuquerque tomou a palavra."Sobre esse assunto eu prefiro responder", disse.

 

Explicações 

"Primeiro que nós continuamos querendo explicações sobre as razões do acidente: como o avião caiu, porque na caixa preta não tinha nada guardado? Nesse acidente perdemos nosso líder e seis outros companheiros que estavam a serviço. Se a Polícia Federal está falando deve apurar."

 

"Tem que investigar e quando decidir falar tem que estar com a coisa concluída. O partido prestará explicações ao Brasil sobre as condições daquele contrato", concluiu.

 

Marina apenas acenou com a cabeça em sinal de aprovação às falas de seu vice. Durante a agenda, ela posou para diversas fotografias e disse que, eleita, vai garantir a continuidade de programas sociais, como o Bolsa Família.

 

Ela ainda ressaltou promessas que foram feitas por Campos no início da campanha, como o passe livre para estudantes.

 

A ex-senadora foi homenageada por dois repentistas e posou com uma mulher fantasiada de cangaceira, com um rifle de brinquedo na mão.

 

"E essa arma? Nossa campanha é da paz", brincou a candidata. "É para atirar em quem não votar em Marina", respondeu a senhora, para espanto de Marina."Não! Aqui a gente respeita a democracia. Aqui é só poesia", encerrou.

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