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Prótese de joelho 100% nacional
O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde e maior complexo hospitalar da América Latina, desenvolveu a primeira prótese de joelho com tecnologia 100% nacional. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já liberou o produto, projetado em parceria entre o Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC-FMUSP e a MDT Implantes.

Resistência comprovada
A nova prótese foi desenvolvida durante os últimos quatro anos. Aprovada em testes de biomecânica e resistência realizados em laboratórios internacionais, já está liberada para o uso. "Projetamos uma prótese que respeita a anatomia e biomecânica do joelho cujos testes mecânicos comprovaram uma durabilidade de até 20 anos", diz ortopedista e responsável pelo projeto, José Ricardo Pécora.

Mais acessível
Segundo o especialista, o produto "made in Brazil" tem qualidade comparável às próteses estrangeiras e será mais acessível, já que o custo é menor. "Estimamos que, comparada com as importadas, a prótese nacional possa ter um valor de 40% a 50% mais baixo, o que pode gerar uma grande economia para o sistema nacional de saúde", ressalta o especialista. No Instituto de Ortopedia do HC, trinta pessoas serão beneficiadas inicialmente com a novidade.

Paracetamol e pressão arterial
O paracetamol é um analgésico utilizado para aliviar dores de leves a moderadas, os sintomas de resfriados e gripes e, reduzir a febre. A sua fácil disponibilidade contribui para a sua percepção de segurança. Provavelmente devido o fato dele ser vendido em muitas formas, tanto sozinho como combinado com outros analgésicos como a codeína ou o ibuprofeno e, como preparações prontas para resfriados e gripes, enxaqueca e desconforto menstrual. Como resultado, os consumidores podem nem sempre estar alertas sobre estarem ingerindo paracetamol e mais erroneamente, quanto.

Ação analgésica
Apesar de ser muito utilizado em crianças, adultos e durante a gestação, o modo de ação analgésica do paracetamol ainda não é bem esclarecido. Os pesquisadores acreditam que ele, assim como os anti-inflamatórios não esteroidais, age através da via da COX, reduzindo a produção de prostanoides biologicamente ativos como o PGE2, os quais mediam a inflamação e a dor. O efeito analgésico e antipirético do paracetamol é realizado através da inibição da atividade da COX-2, agindo como um co-substrato do sítio ativo da POX. Estudos clínicos recentes tem mostrado de forma consistente que a administração de inibidores seletivos da COX-2 é complicada por conta da retenção de sódio, edema e desenvolvimento de hipertensão e, por isso pessoas com hipertensão devem utilizá-lo com cautela.

Exposição de medicamentos x gestação
Os efeitos da exposição materna em problemas na gestação já foram extensivamente examinados. Com relação à exposição paterna, alguns estudos têm explorado os efeitos das características do esperma em problemas na gestação. O foco tem sido as exposições paternas a fatores ambientais e químicos, especialmente as exposições ocupacionais e os tratamento de câncer. Além disso, a exposição paterna medicamentos pré-concepção podem causar efeitos adversos na gestação. A extensão pela qual essa exposição contribui para um aborto ou defeitos no feto ainda não são claros.

Efeitos adversos
Os pesquisadores acreditam que os potenciais efeitos adversos devido a exposição paterna aos medicamentos podem ser mediados através de ações mutagênicas diretas, distúrbios na espermatogênese ou na transferência do medicamento para a mulher via sêmen. Há indicações de um aumento de risco na mortalidade perinatal e no retardo do crescimento quando foi administrado diazepam ao pai. No entanto, pode ter ocorrido um produto de confusão, por exemplo, o tabagismo materno, o uso materno de diazepam e a idade materna parecem diferenciar de outras gestações. Atualmente, não existem estudos conclusivos sobre a administração de medicamentos ao pai e problemas para a gestação.

Hepatite C
Aproximadamente 170 milhões de pessoas são infectadas com o vírus da hepatite C (HC) e é a principal causa de transplante hepático e a segunda causa mais comum de câncer hepático. O PEG-IFN e a ribavirina (RBV) tem sido a terapia padrão na última década. Infelizmente, elas curam apenas 50% dos pacientes com o genótipo 1 da HC, a cepa mais comum na Europa e na América do Norte. Agentes de ação diretamente licenciados recentemente para a HC, telaprevir e boceprevir, ambos são usados em combinação com o PEG-IFN e com a RBV e, com eficácia dramaticamente melhorada para 75% dos pacientes cronicamente infectados com o genótipo 1 da HC.

Antiviral
Terapias antivirais emergentes prometem melhoras futuras na resposta virológica, na tolerância, redução na duração da terapia e, podem potencialmente eliminar a necessidade do IFN. Os efeitos adversos da PEG-IFN/RBV são comuns e são a maior limitação para a terapia atual. Efeitos adversos importantes da PEG-IFN incluem os sintomas de gripe como o cansaço, morbidade psiquiátrica como depressão e agressão e, supressão da medula óssea. Já a RBV causa hemólise e anemia. Um entendimento melhorado da replicação da HC tem permitido o desenvolvimento de uma pletora de novos agentes terapêuticos que tem como alvo direto as enzimas. Os novos imumoduladores, interferons e análogos de RBV não específicos para a HC, mas geram um estado antiviral.

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